Nesta semana, completou um ano do desaparecimento de Jaqueline, um caso que mobilizou forças de segurança e gerou grande repercussão em Paiçandu e região. Até hoje, o corpo da vítima não foi encontrado.
Jaqueline desapareceu no dia 9 de março de 2025. As investigações da Polícia Civil apontam que ela pode ter sido sequestrada e assassinada após o suposto furto de uma arma. Segundo o delegado Dr. Gustavo Mendes, a linha investigativa indica que a mulher foi colocada à força dentro de um carro por quatro pessoas, não sendo mais vista desde então.
No decorrer das investigações, a Polícia Civil realizou diversas prisões. No dia 4 de abril, quatro pessoas da mesma família foram presas. Posteriormente, uma delas acabou sendo solta por falta de indícios diretos de envolvimento, enquanto três permaneceram detidas.
No mês seguinte, um quinto suspeito, e também da mesma família, foi preso durante o avanço das investigações. Ele nega participação no crime.

De acordo com a polícia, um dos investigados teria confessado ter agredido Jaqueline e abandonado a vítima nas proximidades da Estrada Chica Chica, porém negou tê-la matado. Mesmo assim, diante das circunstâncias e das provas reunidas, o delegado afirmou em entrevista ao repórter Alécio Martins que o caso passou a ser tratado como homicídio.
Equipes da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros realizaram várias buscas na região indicada, mas Jaqueline nunca foi localizada.
O caso caminha agora para uma nova fase. Um júri popular está marcado para abril de 2026, quando quatro réus presos pela Polícia Civil serão julgados pelos crimes de sequestro, homicídio qualificado, ocultação de cadáver e associação criminosa.
Mesmo após um ano, o desaparecimento de Jaqueline segue cercado de mistério e dor para familiares e amigos, que ainda aguardam respostas e a localização do corpo da vítima.
Texto: Alécio Martins





